quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Porque hoje é outro dia



e amanhâ outro!


Qualquer música, ah, qualquer,
Logo que me tire da alma
Esta incerteza que quer
Qualquer impossível calma!

Qualquer música – guitarra,
Viola, harmônio, realejo…
Um canto que se desgarra…
Um sonho em que nada vejo…

Qualquer coisa que não vida!
Jota, fado, a confusão
Da última dança vivida…
Que eu não sinta o coração!

autor: Fernando Pessoa

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Feliz S.Valentim !


Lenda e Historia de S. Valentim


A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados pensa-se ter vivido no século III, em Roma, tendo morrido como mártir no ano 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.

Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou… foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem do imperador e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos casais em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.

A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».

Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).

> a historinha fui buscar aqui >http://www.malhatlantica.pt/aeiou/s_valentim.htm

Para recordar :

Sublime...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010


Gosto na mesma dela com mais uma ou sem ela !!!!

A proposito...


Estes senhores vêm de derrubar um dos meus castelinhos pois, sempre pensei que Lisboa, tinha as ditas cujas Sete Colinas... é "nim" aparentemente, pois nao citam nem mais uma, nem menos uma! aiai... os meninos !


Mas vale a pena visitarem o site deles aqui , oh >http://www.lisbonwalker.com/pgw3p.html

Vai um saltinho até Lisboa ?



"Esta Lisboa que eu amo"


Nesta Lisboa que eu amo

Sinto o mar em cada esquina

Esta Lisboa tem ondas

No andar de uma varina.


Cidade tão antiga, cidade amiga

Modesta e bela
Varia com as marés

E tem o Tejo a seus pés

A chorar de amor por ela.


Nesta Lisboa que eu amo

Sinto o mar em cada esquina

Esta Lisboa tem ondas

No andar de uma varina.


Cidade tão antiga, cidade amiga

Modesta e bela

Varia com as marés

E tem o Tejo a seus pés

A chorar de amor por ela.


Cidade de mil cantigas

Nasce a canção como uma flor

Na boca das raparigas

Andam cantigas d'amor.


Minha Lisboa que te posso dar?

Dai-lhe mais cantigas para ela cantar.



Minha Lisboa que te heide oferecer

Dai-lhe mais cantigas para ela aprender.


Nesta Lisboa que eu amo

Sinto o mar em cada esquina

Esta Lisboa tem ondas

No andar de uma varina.


Cidade tão antiga, cidade amiga

Modesta e bela Varia com as marés

E tem o Tejo a seus pés

A chorar de amor por ela.


Autores: Fernando Carvalho/Anibal Nazaré/ Frederico Valério

A arte e a voz de Simone de Oliveira, iluminam ainda mais este poema !